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Fazendo arte desde a década de 70

A história das artes cênicas em Brasília jamais poderá ser contada sem que dela conste o nome de Humberto Pedrancini. A vida artística desse ator, diretor, professor e produtor cultural e cênico, já se confunde com a história da arte na Capital Federal, nos últimos 40 anos. Esse reconhecimento já existe de fato e de direito. Quem acompanha a mídia especializada certamente já notou que a opinião de Pedrancini é indispensável no debate mais abrangente da cultura da cidade. Não é por acaso que ele se tornou COMENDADOR DA ORDEM DO MÉRITO CULTURAL DE BRASÍLIA” e “CIDADÃO HONORÁRIO DE BRASÍLIA”, ao ser agraciado com os títulos concedidos, respectivamente, pelo Governo do Distrito Federal e pela Câmara Legislativa do DF.

Nascido na cidade de Uberlândia (MG), Pedrancini chegou a Brasília em 1972, vindo de Goiânia, onde residia, quando ingressou na Universidade de Brasília (UnB) para o curso de Jornalismo. Foi na efervescência do ambiente acadêmico da época, nos corredores da universidade, que se intensificou sua paixão pelas artes cênicas. Resultado desse capitulo: um ano depois, já dirigia seus primeiros espectáculos. Nunca mais conseguiu parar. Realizou oficinas de interpretação, em varias instituições; e montou espetáculos antológicos, como Pedro Malazartes, A Cidade que não tinha rei, Capital da Esperança e Moby Dick; atuando, também, como professor da Faculdade Dulcina de Moraes, e como membro de várias comissões julgadoras em festivais de teatro.

Pedrancini, movido pela sua inquietude de sempre, tornou-se um dos fundadores de dois grupos teatrais, bastante atuantes na Capital Federal. Um foi Celeiro das Antas, aonde dirigiu o espetáculo Moby Dick. O outro, O Hierofante Companhia de Teatro, aonde foi diretor dos seguintes espetáculos: O primeiro milagre, Dois Perdidos Numa Noite Suja, A Voz Humana, Tudo Trriimm, Brasília de Pedra e Flor, Crorck, Scabuumm, O Auto da Camisinha, A farsa da Caravela Maluca, A rua é um rio brilhante e Sherazade

O ecletismo de Pedrancini na arte de representar terminou por lhe apor uma visibilidade significativa. O ator foi convidado a atuar nos seguintes filmes: A Cruviana – José Aciolly, Taguatinga em pé de guerra – Armando Lacerda (ator e preparador de elenco), Loucos por Cinema – André Luiz de Oliveira, Uma vida em segredo – Susana Amaral e Conspiração do Silêncio, de Ronaldo Duque (prêmio especial do júri no Festival de Gramado 2004). Em 2004 atua no filme “Os Concepcionistas” de José Eduardo Belmonte. Em 2003 participou como ator do espetáculo “A arte de cuspir”, sob direção de Vanessa Rocha.

 Ultimamente, Pedrancini tem ministrado cursos de formação de ator. Ao mesmo tempo, em 2004 dirigiu a peça Uns que não dormem de Vinícius Márquez, e atua no espetáculo comemorativo dos seus 30 anos como profissional, “Objetos, Coisas e Mentiras”. Desde setembro de 2003 vem apresentando o monólogo “O Rapaz da Rabeca…” em escolas, praças e feiras, tendo apresentado-se também no Festival de Solos de Brasília

Sucesso como consequência da competência e da paixão

No ano 2005, Pedrancini atuou no filme “As estalactites de Davi”, dirigiu a peça “O Fado e a Sina de Mateus e Catirina”. Em 2006 atuou na peça “ O Escurial” de Michel de Ghelderode no papel do rei e direção de Cláudio Chinaski. E participou do Filme Super Nova de André Carvalheira, e foi Agraciado com o Prêmio Mirian Muniz de Teatro.

Em 2007 está dirigiu o espetáculo “Em Busca da Cidade do Trânsito”. E participa da peça “Maria Padilha”, com direção de Alberto Bruno.

Em 2008 dirige o “O Teatro de Sombras de Ofélia” e participa do filme “Os Mudos” de Adirley Queiroz, dirige também “Sete Pecados Capitais no Trânsito”, para o DFTRANS.   Em 2009 interpreta o mon´llogo “Preso entre ferragens” de Fernando Bonassi com direção de João Antonio, e dirige a peça o “Primeiro milagre” de Dario FO em Barreiras – Bahia.  Desde maio de 2010, interpreta a Personagem Henry Drummond em “O Julgamento do Macaco” com direção de Rogero Torquato.  Em 2011 atou na peça “A Infidelidade ao Alcance de Todos” dirigida por Rogero Torquato. Em setembro de 2011, Pedrancini apresenta em Nova York e Boston a peça “O Auto da Camisinha” dirigida por ele. No ano de 2012 realizou oficina de teatro na República de São Tomé e Principe, na África: apresenta-se na peça “O Silêncio”, dirigida por Rogero Torquato, no papel de Otto Keller; dirige “A HISTÓRIA DA TIGRESA” e, em New York apresenta “A Rua é um rio brilhante-Cortejo”, nas festividades do “Brazilian Day” setembro de 2012. Em dezembro de 2012 recebe no Festival Sesc de Teatro o prêmio de Melhor Direção pelo trabalho em ” A HISTÓRIA DA TIGRESA” que recebeu, também os prêmios de Melhor Cenografia, Melhor Iluminação e Melhor Espetáculo. Em 2013 dirige a peça “Encontros” de Moises Vasconcellos. Em 2014 dirige ” A Doença do Acúmulo ” de Leo Pereira. Em 2015 dirigiu a peça “O Primeiro Milagre” de Dario Fo, participou atuou no filme “Cenas do Bem” de Tistá Filintro. Em 2016, faz o protagonista no curta-metragem “Vesti la Giubba” de Johil Carvalho, atua na peça ” Um brinde a la muerte” de Nielson Menão sob a direção de Gê Martú. Também, em 2016, remonta o monólogo ” O rapaz da rabeca e a moça da da camisinha” com o qual participa do projeto “Incubadora de Teatro” realizando apresentações em escolas públicas de Brasília.

Em 2017, realizou “Aula show” – Os 25 Erros Que Atores Não Podem Cometer, em diversos locais de Brasília e Goiânia. Em novembro de 2017 Humberto Pedrancini esteve na República de São Tomé e Príncipe – África, onde realizou palestras e oficicinas para atores. Em janeiro de 2018 participou como ator do filme “Asra” dirigido por Caio Cortonesi, Dirigiu a Banheira Revolucionarioa de Matei Visniec, Apresentou-se 20 vezes como ator no monólogo O Rapaz da Rabeca e a Moça da Camisinha o qual foi visto por aproximadamente 2636 pessoas. Foi curador no Festival Dulcina de Moraes em novembro de 2018. Em 2019 Está dirigindo Sinfonia do Caos de Mauri de Castro e presta consultoria de encenação e dramaturgia no espetáculo Madame Dolores, de Alessandra Vieia.

    A identidade de Humberto Pedrancini com as artes cênicas pode ser sintetizada em um das suas declarações: “Tudo é feito para você parar de fazer (teatro), mas existe a necessidade da alma que nos impele a realizar. Não são muitos os que resistem, mas esses precisam de teatro como do ar que respiram.” Pedrancini, indubitavelmente é um desses.

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